Mapa de risco
Hipóteses, dependências, dados necessários, esforço técnico e pontos onde a ideia pode falhar.
Da ideia ao sistema validado. Construímos MVPs e protótipos só depois de perceber o risco: mercado, operação, dados, equipa e viabilidade técnica.
O esqueleto desta página ainda é draft, mas a tese é clara: uma boa fundação define o que deve ser verdade para a ideia funcionar, depois constrói apenas o necessário para testar isso.
Hipóteses, dependências, dados necessários, esforço técnico e pontos onde a ideia pode falhar.
Não um mockup bonito: uma versão que permite testar comportamento, decisão ou venda.
Arquitetura simples, mas preparada para crescer se a validação justificar o passo seguinte.
Entendemos utilizador, contexto, constraints e o que precisa de ser validado antes de escrever muito código.
Escolhemos stack, integrações, dados e superfície do MVP. O objetivo é aprender, não impressionar.
Produto funcional, testável e já com o suficiente para pôr nas mãos de utilizadores ou clientes reais.
Com dados na mesa, decidimos: refinar, escalar, pivotar ou parar. Sem teatro de produto.